Página Inicial Deputado Estadual - Ricardo Marcelo 45666 - Para a Paraíba seguir em frente

Deputado Estadual - Ricardo Marcelo 45666 - Para a Paraíba seguir em frente

A PARAÍBA

“Esta é minha Paraíba”

Minha Paraíba extrapola os limites de sua beleza natural, porque encanta todos os visitantes pela singularidade de suas paisagens, do seu clima e pela hospitalidade do seu povo. É o ponto extremo oriental dos roteiros que encantam pelas belas praias do litoral, passando pelos encantos das cidades históricas até os mistérios do Sertão.

Patos/PB

Esta é a minha Paraíba, emoldurada por falésias, dunas, estuários, restingas, manguezais, remanescentes de Mata Atlântica e belíssimas praias; cravejada de rastros de dinossauros, cachoeiras e antigos engenhos de cana-de-açúcar.

Essa diversidade de cenários revela uma Paraíba que os turistas estão descobrindo cada vez mais. É um Estado que sente a necessidade de crescer, de forma sustentável, respeitando o meio ambiente, mas sempre voltado ao desenvolvimento de todos os segmentos do setor produtivo.

É uma Paraíba erguida na pujança de guerreiros tabajaras. Aliás, atualmente, são 3.769.977 guerreiros, que lutam todos os dias pela melhoria da qualidade de vida e por um Estado com maiores oportunidades de emprego e renda. Estamos em 5º lugar entre os estados nordestinos mais populosos, com densidade demográfica de 84,52 hab./km².

Campina Grande - Monumento Os Pioneiros

Minha Paraíba pede passagem. Sua economia se fortalece e, cada vez mais, a Paraíba necessita de políticas públicas que acentuem seu potencial empreendedor. O Produto Interno Bruto do Estado, em 2007, foi de R$ 22.202.000.000,00 e o PIB per capita foi de R$ 6.097. Estou certo de que poderemos seguir avançando nos índices básicos de desenvolvimento humano. Aumentamos nossa capacidade de empregos formais. Projetamos uma sociedade mais justa e com menos desigualdade social. Temos que seguir em frente.

Por tudo isso, é preciso fortalecer nossas instituições. O Poder Legislativo tem papel decisivo na elaboração de políticas públicas voltadas para os avanços que buscamos em todos os setores produtivos. Mais ainda. Precisamos de mandatos que garantam afirmações nas necessidades básicas da população, como Saúde, Educação, Emprego, Habitação e Segurança.

Este o compromisso do meu mandato parlamentar. Este o compromisso com a minha Paraíba.

História da Paraíba
João Pessoa - Farol do Cabo Branco

A ponta do Seixas, ponto mais oriental do território brasileiro, está representada em mapa desde 1502, denominada como monte São Vicente. Dentro do sistema de capitanias hereditárias (1534), couberam a João de Barros e a Aires da Cunha cem léguas de terra entre a foz do rio Jaguaribe a Norte, até à baía da Traição a Sul, compreendo os atuais estados da Paraíba (parte), Rio Grande do Norte e Ceará, como um segundo lote em adição ao do Maranhão. Com o naufrágio da expedição destes donatários, que se dirigiu ao primeiro lote, não foi possível colonizar o senhorio.

Uma revolta dos indígenas potiguar das margens do rio Paraíba, articulada por traficantes franceses de pau-brasil (Caesalpinia echinata), dizimou o Engenho Tracunhaém de Diogo Dias (1574). Para dominar a rebelião, no início do ano seguinte, uma expedição foi enviada da Capitania de Pernambuco, sob o comando do Ouvidor Geral e Provedor da Fazenda Fernão da Silva, sem sucesso. Nova expedição, enviada de Salvador, na Capitania da Bahia pelo governador da Repartição Norte, D. Luís de Brito e Almeida (1573-1578), não conseguiu atingir a Paraíba devido a uma tempestade que lhe dispersou as embarcações, obrigando-as a arribar, avariadas, a Pernambuco, em setembro de 1575. Uma terceira expedição foi armada pelo governo da Capitania de Pernambuco, partindo de Olinda sob o comando de João Tavares (1579), também com êxito limitado.

Areia/PB - Engenho Varzea do Quati

Finalmente, o governador-geral Manuel Teles Barreto (1583-1587) solicitou o auxílio da frota do Almirante D. Diogo Flores de Valdés, que à época patrulhava a costa brasileira, unindo-se ao Capitão-mor da Paraíba, Frutuoso Barbosa, e organizando nova expedição (1584), que fundou a segunda Cidade Real no Brasil: Filipéia de Nossa Senhora das Neves. O Ouvidor-mor Martim Leitão, com o auxílio das forças do cacique Pirajibe, subjugou os indígenas, erigiu um novo forte e fundou nova e definitivamente a povoação de Filipéia de Nossa Senhora das Neves (4 de novembro de 1585), núcleo da cidade da Parahyba, atual João Pessoa. A paz definitiva com os indígenas, entretanto, só foi alcançada em 1599, após uma epidemia de bexigas (varíola) que dizimou a população nativa.

No contexto da segunda das Invasões holandesas do Brasil (1630-1654), a região foi ocupada por forças neerlandesas (1634), que somente foram expulsas duas décadas mais tarde pelas tropas do Mestre-de-Campo André Vidal de Negreiros (1606-1680) e de João Fernandes Vieira, que tomou posse do cargo de Governador da cidade, que passou a chamar-se Parahyba.

Bananeiras/PB - Cruzeiro de Roma

Mapa da Capitania da Paraíba, 1698.A partir de 1753 a Capitania da Paraíba ficou subordinada à Capitania Geral de Pernambuco, da qual se tornou novamente independente a partir de 1799.

No século XIX, sofreu os reflexos da Revolução Pernambucana (1817), e da Confederação do Equador (1825).

No ano de 1930, a chamada Guerra de Princesa envolveu as oligarquias locais, registrando-se o assassinato do governador do Estado, João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque (Recife, 26 de julho de 1930), indicado como vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas, candidato (derrotada) à presidência da República. O fato foi manipulado como um dos estopins da Revolução de 1930. Comovida com o evento, a capital paraibana passou a ser denominada "João Pessoa".

Deputado Estadual Ricardo Marcelo - PSDB - João Pessoa - PB
Coligação: Uma nova Paraíba II - PSDB, DEM, PSB, PDT - CNPJ: 12.170.970 - 0001-14

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